— quem somos —
Uma metodologia construída cômodo a cômodo.
Desde 2013, a Vergalta trabalha na intersecção entre projeto de interiores, curadoria de mobiliário europeu e logística de precisão.
Página inicial— história —
Como a Vergalta surgiu
A Vergalta foi fundada em 2013 por Marcelo Vergara, arquiteto formado pela FAU-USP com especialização em Milão, depois de anos identificando uma lacuna específica no mercado paulistano: proprietários e arquitetos tinham acesso a referências de altíssimo nível, mas pouquíssimas empresas locais conseguiam conectar o projeto à peça real sem perda de dimensão, material ou prazo.
O nome reúne as sílabas iniciais de Vergara com "alta" — uma referência ao posicionamento, não a uma promessa vaga. O trabalho começa sempre pela planta, porque é ela que determina o que cabe, o que circula e o que pode ser entregue sem constrangimento de acesso.
Ao longo de doze anos, construímos relacionamentos diretos com vinte e oito casas europeias que aceitam adaptação de dimensão, de espécie ou de acabamento — algo incomum entre distribuidores convencionais. Cada projeto passa por três profissionais: um consultor de planta, um curador de peças e um coordenador de logística.
Nossa sede na Rua Oscar Freire serve como espaço de apresentação de amostras e reuniões de briefing. Não mantemos showroom de estoque — o que apresentamos são referências materiais e desenhos técnicos, porque cada peça parte de uma especificação, não de uma prateleira.
— missão e valores —
O que nos orienta
Dimensão antes de escolha
Nenhuma peça é sugerida antes que o espaço que ela vai ocupar seja medido e verificado. Folgas de circulação e aberturas de portas são requisitos, não detalhes.
Transparência de processo
O cliente acompanha cada etapa — da confirmação fabril ao relatório de transporte — com marcos documentados e comunicação direta, sem intermediários internos.
Durabilidade acima de tendência
Privilegiamos peças com histórico de fabricante, materiais rastreáveis e construção que resiste à revisão estética de uma década. O cuidado pós-entrega faz parte do escopo.
Discrição como padrão
Plantas, coleções e dados de projeto são tratados com o mesmo sigilo que um escritório de arquitetura aplica às informações de seus clientes. Sem divulgação sem autorização explícita.
— equipe —
As pessoas por trás do projeto
Marcelo Vergara
Fundador e Consultor de Planta
Arquiteto formado pela FAU-USP, com especialização em design de interiores em Milão. Conduz as consultas de alocação e orienta a curadoria de cada projeto.
Luisa Andrade
Curadora de Mobiliário
Especialista em mobiliário de autor europeu, com passagens por feiras em Milão, Paris e Copenhague. Responsável pelo relacionamento com as casas parceiras e pela seleção de amostras.
Ricardo Ferreira
Coordenador de Logística e Acesso
Quinze anos em logística de obras e transporte de mobiliário delicado na Grande São Paulo. Conduz as vistorias de acesso e coordena o time de entrega e instalação.
— padrões —
Padrões que seguimos
Verificação de fabricantes
Cada casa parceira passa por visita presencial ou auditoria documental antes do primeiro pedido. Critérios: histórico de produção, política de adaptação e prazo de entrega comprovado.
Documentação de proveniência
Toda peça entregue vem com ficha técnica de origem, espécie de material, número de série (quando aplicável) e nome do fabricante — relevante para fins de seguro e acervo.
Sigilo de projeto
Plantas, referências e dados dos clientes são compartilhados apenas com os envolvidos diretos em cada etapa. Nenhuma imagem ou informação de projeto é divulgada sem autorização escrita.
Proteção durante entrega
Pisos, rodapés, elevadores e vãos de porta são protegidos antes de qualquer movimentação. O protocolo é documentado em fotos e entregue ao cliente junto com o relatório de instalação.
Relatórios de marco
Em projetos de curadoria e sourcing, o cliente recebe atualizações a cada etapa relevante: confirmação de pedido, início de produção, expedição e previsão de chegada.
Cuidado de superfícies
Ficha técnica de conservação para cada tipo de material — mármore, madeira oleada, lacada, couro natural — e visita de acompanhamento noventa dias após a entrega.
— contexto —
Curadoria de mobiliário em São Paulo
São Paulo concentra uma das maiores densidades de arquitetos e designers de interiores do hemisfério sul, e uma demanda crescente por peças que não estão em showrooms convencionais. O Jardins, em particular, abriga escritórios e residências onde a relação entre projeto arquitetônico e mobiliário é levada a sério — e onde a restrição de acesso de um edifício dos anos 1970 pode inviabilizar uma entrega que não foi planejada com rigor.
A Vergalta nasceu para atuar nesse cruzamento. Não somos distribuidores de catálogo. Somos um escritório de curadoria e logística que parte da planta do cliente para definir o que cabe, o que funciona e o que pode ser entregue. O trabalho com fabricantes europeus permite customizações de dimensão e material que nenhum estoque local oferece.
Nossos clientes incluem proprietários em reforma, arquitetos que precisam de um parceiro especializado em sourcing internacional, e colecionadores que recebem peças de série numerada em apartamentos com circulação restrita. Em todos esses casos, o método é o mesmo: medir primeiro, escolher depois, entregar com protocolo.
O atendimento presencial acontece na nossa sala de referências na Rua Oscar Freire, por agendamento. Levamos amostras físicas de madeiras, pedras e têxteis para que a avaliação seja tátil, não apenas visual — porque a fotografia de catálogo raramente traduz a espessura de um couro ou o toque de um linho belga.
— próximo passo —
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